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Zambelli pode ser extraditada e ficar presa em Brasília

Marcela Guimarães
Tempo: 2 min.

A deputada federal Carla Zambelli, do PL de São Paulo, enfrenta um processo de extradição solicitado pelo governo brasileiro. A Justiça italiana suspendeu o julgamento da extradição na última sexta-feira, esperando uma resposta do Supremo Tribunal Federal (STF). O julgamento está marcado para ser retomado no próximo dia 18, e se a extradição for aprovada, Zambelli poderá ser mantida na Penitenciária Feminina do Distrito Federal.

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, enviou informações à Justiça italiana, que incluem detalhes sobre as condições da penitenciária onde Zambelli poderá ser detida. A Vara de Execuções Penais (VEP) assegurou que a Colmeia, como é conhecida a penitenciária, mantém padrões adequados de segurança e assistência às detentas. Em julho, Zambelli foi presa em Roma após tentar escapar de um mandado de prisão emitido por Moraes, devido a sua condenação por invasão ao sistema do Conselho Nacional de Justiça.

A situação de Zambelli destaca os desdobramentos legais envolvendo sua dupla cidadania e as consequências de suas ações. Se extraditada, a deputada enfrentará os desdobramentos de sua condenação no Brasil, que inclui uma pena de dez anos de prisão. O desfecho do processo de extradição poderá influenciar a política brasileira e a percepção pública sobre o tratamento de políticos acusados de crimes graves.

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