Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Burocracia do governo Lula atrasa criação de unidade do Coaf no Rio contra facções
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Justiça

Burocracia do governo Lula atrasa criação de unidade do Coaf no Rio contra facções

Amanda Rocha
Última atualização: 13 de março de 2026 06:01
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

Em novembro de 2025, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou que o Coaf abrisse um escritório avançado no Rio de Janeiro. O foco seria a asfixia financeira das facções criminosas que atuam na capital fluminense.

A ordem foi uma das principais medidas após a operação do governo de Cláudio Castro contra o Comando Vermelho no Complexo da Penha e do Alemão. Quase quatro meses após a determinação, o escritório do Coaf ainda não foi implementado.

Para evitar constrangimentos ao ministro Moraes, o Coaf decidiu custear passagens para que um funcionário esteja semanalmente no Rio, trabalhando em uma sala improvisada do Banco Central.

Para que a unidade avançada do Coaf se torne realidade, o governo Lula precisa reorganizar a estrutura do órgão e liberar orçamento para a montagem da equipe na capital fluminense. O Coaf já realizou o trabalho técnico necessário para o funcionamento do escritório, mas o governo não priorizou o combate às facções no Rio de Janeiro.

- Publicidade -
Ad imageAd image

O Coaf informou que seriam necessários pouco mais de R$ 5 milhões anuais para a criação do escritório, um valor considerado baixo em comparação aos gastos bilionários do governo com cartão corporativo.

““Informo que, tão logo o Coaf tomou ciência da ordem de vossa excelência, tratativas foram iniciadas junto ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, com vistas à estruturação formal do escritório regional”, relatou o presidente do Coaf, Ricardo Saadi, em dezembro.”

Diante da resposta de Saadi, Moraes deu um prazo de cinco dias para que a PGR se manifestasse sobre os apontamentos do Coaf. A procuradoria apenas registrou o empenho do órgão em cumprir a determinação, sem sugerir medidas para acelerar o processo junto ao governo.

TAGGED:Alexandre de MoraesCláudio CastroCoafCrime OrganizadoJustiçaMinistério da Gestão e da Inovação em Serviços PúblicosRicardo SaadiRio de Janeiro
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Ex-dirigente do Inter pede licença da FGF e critica gestão
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?