Casa Branca deixa Tulsi Gabbard fora do planejamento contra Maduro

Sofia Castro
Tempo: 1 min.

A Casa Branca decidiu excluir a Diretora de Inteligência Nacional, Tulsi Gabbard, das reuniões sobre o planejamento para derrubar Nicolás Maduro, com base em dúvidas sobre seu apoio a operações militares. A exclusão, que se arrastou por meses, gerou especulações entre assessores, que até brincavam que a sigla DNI significava ‘Do Not Invite’, embora um representante da Casa Branca tenha negado tal piada.

Gabbard, que anteriormente se manifestou contra intervenções militares na Venezuela, continua a informar regularmente o presidente Trump e participou de reuniões no Salão Oval. Sua ausência em discussões de significativa importância evidencia uma fissura na equipe de Trump, que, apesar de se opor a novas guerras, busca derrubar o governo venezuelano, mostrando a complexidade da política externa americana.

A exclusão de Gabbard levanta questões sobre a relação entre a diretora e a administração, além de refletir um ceticismo crescente em relação ao papel da Inteligência Nacional nos planos estratégicos da Casa Branca. O futuro da operação contra Maduro e a posição de Gabbard são aspectos que merecem atenção, dado o histórico de tensões e a importância das decisões que estão sendo tomadas no cenário internacional.

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