Copinha 2026 aposta em transmissões gratuitas para atrair público

Rodrigo Fonseca
Tempo: 2 min.

A edição de 2026 da Copinha, tradicional campeonato de base do futebol brasileiro, iniciou em um cenário desafiador, onde buscou manter relevância em meio a um calendário repleto de competições profissionais. A ausência do Flamengo, um dos times mais populares do Brasil, e a saída da Globo como emissora oficial geraram a necessidade de novas estratégias para garantir a atenção do público neste janeiro intenso.

Diante da situação, a Federação Paulista de Futebol (FPF) implementou transmissões gratuitas pela TV e internet, em parceria com a LiveMode e diversos canais, como a Record e o recém-lançado Xsports. Essas medidas não apenas ampliaram a cobertura dos jogos, mas também garantiram que toda a competição estivesse acessível ao público, sem a necessidade de assinaturas ou pacotes pagos, algo que era uma constante nos anos anteriores.

Os resultados foram impressionantes, com a CazéTV e a Xsports alcançando milhões de espectadores únicos e estabelecendo uma nova dinâmica na audiência da competição. O crescimento significativo de visualizações em relação ao ano anterior reflete o sucesso da abordagem adotada e a capacidade da Copinha de se afirmar como um evento relevante, mesmo em um contexto de competição acirrada com os times principais do futebol brasileiro.

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