A corretora de imóveis Daiane Alves de Souza, desaparecida desde dezembro, foi encontrada morta no subsolo do condomínio onde residia em Caldas Novas, Goiás. A Polícia Civil de Goiás informou que o crime ocorreu após um atrito entre Daiane e o síndico do prédio, Cléber Rosa de Oliveira, que agora é um dos principais suspeitos. Ele e seu filho foram detidos sob a acusação de envolvimento no homicídio, que foi confirmado em coletiva de imprensa nesta quarta-feira, 28.
As investigações revelaram que Daiane foi vista pela última vez em imagens de câmeras de segurança, descendo ao subsolo para verificar uma suposta falta de energia. A polícia apurou que o síndico tinha um histórico de desligamento de energia em conflitos anteriores com moradores, o que levanta questões sobre sua atuação e motivações. O corpo da vítima foi encontrado em estado avançado de decomposição, a aproximadamente 15 quilômetros do local do desaparecimento, o que indica a gravidade da situação.
O inquérito sobre o assassinato de Daiane deve ser finalizado em até 30 dias, e a causa da morte será determinada por exames periciais. O advogado dos suspeitos expressou dúvidas sobre as circunstâncias da confissão e a legalidade das prisões. As implicações deste caso afetam não apenas a comunidade local, mas também levantam questões mais amplas sobre segurança e gestão de condomínios.

