Neste sábado, os Estados Unidos realizaram uma operação militar em Caracas, Venezuela, resultando na captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa. O presidente americano, Donald Trump, confirmou o acontecimento em sua rede social, a Truth Social, e anunciou que mais informações seriam divulgadas em uma coletiva de imprensa programada para o mesmo dia em Mar-a-Lago, na Flórida.
A operação, que envolveu bombardeios aéreos, teve como alvo a liderança do governo venezuelano e foi realizada em conjunto com forças de aplicação da lei dos EUA. Relatos indicam que helicópteros das Forças de Operações Especiais sobrevoaram a capital venezuelana, enquanto explosões foram registradas em diferentes estados, incluindo Miranda e Aragua. A presença do porta-aviões USS Gerald R. Ford na região sugere uma intensificação da pressão militar sobre o governo de Maduro.
As implicações dessa ação militar são significativas, levantando preocupações sobre a resposta da Venezuela e as possíveis consequências de um conflito mais amplo. Especialistas indicam que a capacidade militar do país, embora reduzida, ainda representa um desafio para os EUA. O futuro das relações entre os dois países permanece incerto, especialmente com a possibilidade de novas operações militares sendo consideradas por Washington.

