EUA realizam ataques aéreos na Venezuela em meio a tensão crescente

Rodrigo Fonseca
Tempo: 2 min.

Neste sábado, 3 de janeiro, forças militares dos Estados Unidos realizaram ataques aéreos em território venezuelano, marcando um aumento sem precedentes nas tensões entre os dois países. O presidente Donald Trump anunciou a captura do líder venezuelano, Nicolás Maduro, embora essa afirmação não tenha sido corroborada por fontes independentes. O governo da Venezuela reagiu denunciando o ataque como uma “agressão militar gravíssima” e convocou a população a se mobilizar em defesa do país.

As operações militares ocorreram após meses de posicionamento de tropas dos EUA no Caribe, com a presença de navios de guerra e um porta-aviões. A justificativa oficial dos EUA para a movimentação é o combate a “narcoterroristas”, mas analistas sugerem que o objetivo pode ser uma mudança de regime na Venezuela, onde o governo chavista está no poder há mais de 20 anos. Fortes explosões foram relatadas em Caracas e em estados vizinhos, aumentando a preocupação internacional sobre a escalada do conflito.

As implicações deste ataque são vastas, com o governo venezuelano pedindo apoio da comunidade internacional e denunciando a ação militar como uma violação da soberania. O presidente colombiano também se manifestou, chamando a atenção para a necessidade de uma resposta internacional à agressão. Enquanto isso, Maduro afirmou que garantirá a integridade territorial do país e que os EUA não conseguirão desestabilizar seu governo.

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