Ruan Carlos Ferreira de Lima Albuquerque, historiador apontado pela Polícia Civil como o mandante do assassinato de Johanisson Carlos Lima Costa, conhecido como ‘Joba’, apresentou-se à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) em Maceió, na noite de segunda-feira (26). Durante o interrogatório, ele optou por permanecer em silêncio, e teve cumprido um mandado de prisão preventiva já expedido pela Justiça, conforme informou a delegada Tacyane Ribeiro.
De acordo com a delegada, a investigação aponta que a motivação para o crime foi de natureza pessoal, relacionada a um triângulo amoroso. Ruan, que teve um breve relacionamento com a ex-companheira de Joba, demonstrou nervosismo durante o interrogatório, confirmando apenas seus dados pessoais e não colaborando com a investigação. A ex-companheira da vítima foi descartada como suspeita, pois seu celular não apresentou elementos que a ligassem ao crime.
Johanisson, coordenador das categorias de base do CRB, foi assassinado com um disparo à queima-roupa na cabeça, após sair de casa. O autor dos disparos, identificado como Raul Silva de Melo, morreu em confronto com a polícia, juntamente com outros dois suspeitos. Além disso, um motociclista que auxiliou na fuga do atirador foi preso e confessou sua participação no crime, permanecendo à disposição da Justiça.

