Impeachment de Júlio Casares avança com pressão de torcidas organizadas

Rodrigo Fonseca
Tempo: 1 min.

O processo de impeachment do presidente do São Paulo, Júlio Casares, ganha novos contornos com a votação agendada para o dia 14 no MorumBis. A oposição tem intensificado suas articulações para garantir o afastamento do dirigente, enquanto torcidas organizadas convocam protestos do lado de fora do estádio, evidenciando a pressão popular sobre a decisão do Conselho Deliberativo.

A expectativa é de que a reunião enfrente desafios, como o quórum reduzido em meio ao período de férias, o que pode impactar a quantidade de conselheiros presentes. Para que o impeachment seja aprovado, são necessários 177 votos, e relatos indicam tentativas de negociação envolvendo vantagens em troca de apoio. Apesar do contexto adverso, a gestão atual acredita não haver votos suficientes para o afastamento de Casares neste momento.

Se a votação resultar a favor do impeachment, uma Assembleia Geral de sócios deverá ser convocada em até 30 dias para ratificar a decisão. Isso poderá resultar na perda do cargo de Casares no Conselho Consultivo, além de acentuar a crise interna do clube, que já enfrenta investigações da Polícia Civil por supostos desvios de verba e uso irregular de um camarote no MorumBis.

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