Incêndios florestais em Chubut, Argentina, desafiam combate efetivo

Rodrigo Fonseca
Tempo: 2 min.

Em janeiro de 2026, a província de Chubut, na Argentina, enfrentou incêndios florestais devastadores que afetaram a cidade de Epuyén. O ambientalista Lucas Chiappe, residente na área desde a década de 1970, já havia alertado sobre os perigos da substituição de árvores nativas por pinheiros estrangeiros, que são altamente inflamáveis. Quando as chamas começaram a descer a colina de Pirque, uma equipe de trinta bombeiros tentou conter o fogo, mas os esforços foram em vão.

Os incêndios florestais trouxeram à tona questões críticas sobre a gestão ambiental e o financiamento insuficiente para a prevenção de desastres na região. As teorias de conspiração sobre a origem dos incêndios também circularam, complicando ainda mais a situação. Muitos locais sentiram a urgência de uma resposta eficaz e sustentável para lidar com as consequências da degradação ambiental e das práticas de reflorestamento inadequadas.

Com a situação se agravando, as implicações dos incêndios vão além das chamas. A destruição do ecossistema e o impacto na comunidade local geram preocupações sobre o futuro da região e a necessidade de políticas mais robustas de proteção ambiental. As ações imediatas e as discussões sobre a restaurabilidade da área são essenciais para evitar que novos desastres ocorram, preservando a biodiversidade da Patagônia.

Compartilhe esta notícia