Na próxima semana, Keir Starmer, primeiro-ministro do Reino Unido, deve visitar a China acompanhado por líderes de importantes empresas britânicas. A viagem acontece após a controvérsia gerada pela aprovação do governo para a construção de uma nova embaixada chinesa em Londres. Entre as empresas que farão parte da delegação estão BP, HSBC e Jaguar Land Rover, que se reunirão em um novo formato do ‘conselho de CEOs Reino Unido-China’.
O governo britânico enfrenta críticas pela decisão que permite a expansão da presença chinesa no país, o que desperta preocupações sobre questões de segurança e diplomáticas. A visita de Starmer é vista como uma oportunidade para fortalecer laços comerciais e abordar temas relevantes nas relações bilaterais. Este movimento pode ser crucial para o futuro das relações entre o Reino Unido e a China, especialmente em um contexto internacional em constante mudança.
As implicações dessa visita podem se estender além do fortalecimento das relações comerciais, refletindo também nas políticas internas do Reino Unido. O apoio a um projeto que gera controvérsia pode influenciar a percepção pública e a confiança no governo. Portanto, o sucesso da missão de Starmer poderá ser avaliado não apenas pelos acordos econômicos, mas também pela resposta da população e das instituições ao seu posicionamento diante da China.

