Kiev fecha escolas até fevereiro devido a ataques russos

Rodrigo Fonseca
Tempo: 2 min.

O prefeito de Kiev, Vitali Klitschko, anunciou o fechamento das escolas da capital ucraniana até 1º de fevereiro, em decorrência da devastação causada pelos ataques russos à infraestrutura energética. A decisão, comunicada nesta sexta-feira, 16 de janeiro, visa proteger os alunos em meio a condições climáticas adversas, com temperaturas abaixo de zero. A medida será efetiva a partir de 19 de janeiro, quando as escolas entrarão em férias prolongadas.

Os bombardeios russos impactaram severamente a capacidade de fornecimento de energia da cidade, forçando as autoridades a implementar ações de economia. Klitschko destacou que a iluminação pública será reduzida a apenas 20% de sua capacidade, uma tentativa de conservar energia durante esse período crítico. A situação reflete os desafios enfrentados pela população, que luta para se adaptar a um inverno rigoroso sob a ameaça de ataques contínuos.

O fechamento das escolas e a redução da iluminação pública levantam preocupações sobre a segurança e o bem-estar dos cidadãos. As autoridades de Kiev continuam a monitorar a situação, buscando medidas para garantir a proteção dos cidadãos enquanto a guerra se intensifica. O desdobramento dessa crise energética poderá afetar diversas áreas, incluindo a educação e a vida cotidiana na capital ucraniana.

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