Macron defende fim da ‘ditadura Maduro’ e pede transição pacífica na Venezuela

Sofia Castro
Tempo: 1 min.

Neste sábado, 3 de janeiro de 2026, o presidente francês Emmanuel Macron expressou que o ‘povo venezuelano’ deve ‘se alegrar’ com o fim do regime de Nicolás Maduro. Em sua declaração, ele reivindicou uma ‘transição pacífica’ após a ação militar dos Estados Unidos que culminou na captura do presidente da Venezuela, enfatizando a necessidade de respeitar as liberdades fundamentais do povo.

Macron utilizou a rede social X para criticar o governo de Maduro, afirmando que o líder venezuelano ‘atentou gravemente contra a dignidade’ de sua população ao confiscar o poder. O presidente francês também destacou a urgência de uma nova liderança, sugerindo que a transição deve ser liderada pelo candidato opositor Edmundo González Urrutia, que se encontra exilado na Espanha.

A posição de Macron pode ter implicações significativas nas relações internacionais e na dinâmica política da Venezuela, especialmente com a proximidade das eleições presidenciais de 2024. A pressão da comunidade internacional por uma transição democrática e pacífica poderá influenciar a situação política no país sul-americano, que enfrenta uma grave crise econômica e social.

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