Neste domingo, 4 de janeiro, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, amanheceu em uma prisão de Nova York, após ser capturado por forças militares dos Estados Unidos. A operação, que ocorreu na madrugada de sábado, incluiu bombardeios em Caracas e levou à prisão de Maduro e sua esposa. Os EUA afirmam ter assumido o controle do país rico em petróleo como parte deste movimento.
A ação militar dos EUA, que resultou na captura de Maduro, é o culminar de meses de pressão sobre o líder venezuelano, que enfrenta acusações de narcotráfico. O Conselho de Segurança da ONU discutirá a operação em caráter urgente, enquanto a vice-presidente Delcy Rodríguez foi designada para assumir funções presidenciais interinas. A situação política na Venezuela permanece incerta, com divisões entre líderes da oposição e a possível influência dos EUA na transição de poder.
As implicações dessa operação são significativas, não apenas para a Venezuela, mas também para as relações internacionais, especialmente com países aliados como Rússia e China, que condenaram os ataques. O presidente dos EUA, Donald Trump, expressou a intenção de incentivar empresas americanas a investir na indústria petrolífera venezuelana, o que pode alterar o cenário econômico do país. A comunidade internacional observa atentamente os desdobramentos, à medida que se forma um novo capítulo na política venezuelana.

