Ian Russell, pai de Molly, que cometeu suicídio aos 14 anos em 2017, divide sua vida entre antes e depois da tragédia. Após a morte da filha, que foi atribuída à depressão e ao impacto de conteúdos negativos nas redes sociais, ele se comprometeu a desvendar a verdade por trás desses fatores. Russell critica a ideia de proibir adolescentes de acessarem plataformas tecnológicas e defende uma abordagem que envolva educação e conscientização.
O luto e a dor marcaram a vida de Russell, mas também impulsionaram sua luta contra os danos causados por conteúdos online. Sua busca por respostas levou cinco anos e culminou em um inquérito que confirmou a influência negativa das redes sociais na morte de Molly. Ele fundou a Molly Rose Foundation, que se dedica a fornecer suporte, realizar pesquisas e aumentar a conscientização sobre os riscos da internet, tornando-se um porta-voz ativo nesse debate.
O trabalho de Russell não se limita à dor pessoal, mas se expande para uma luta coletiva em busca de mudanças nas políticas de redes sociais. Seus esforços visam garantir que outros adolescentes não enfrentem os mesmos perigos que sua filha. O impacto de sua campanha é significativo, levantando questões cruciais sobre a responsabilidade das plataformas digitais na proteção da saúde mental dos jovens.

