Pesquisa aponta ‘slow sex’ como solução para melhorar a intimidade

Rodrigo Fonseca
Tempo: 2 min.

Uma pesquisa conduzida pelo Sexlog, envolvendo 6 mil participantes, revela que o estresse e a rotina acelerada têm prejudicado a vida sexual de casais, com 60% dos entrevistados admitindo que deixaram de transar por estarem cansados ou ansiosos. A proposta do ‘slow sex’ emerge como uma alternativa viável, buscando priorizar a conexão emocional e a presença no momento, ao invés de se concentrar apenas na performance sexual.

Os dados indicam que, embora 82,4% dos participantes não conheçam o termo ‘slow sex’, 76,9% acreditam que desacelerar pode aumentar o prazer. A neuropsicanalista Sanny Rodrigues ressalta que a ansiedade provoca um estado de alerta no corpo, dificultando o relaxamento e, consequentemente, o prazer durante a relação. Essa desconexão, segundo ela, transforma a intimidade em uma mera tarefa funcional, especialmente em relacionamentos de longa duração.

Diante desse cenário, a prática do ‘slow sex’ pode trazer benefícios significativos para casais que se sentem pressionados pela busca constante pela performance. Ao focar na conexão sensorial e emocional, essa abordagem pode revitalizar a intimidade e melhorar a qualidade das relações. À medida que mais casais se conscientizam sobre a importância de desacelerar, é possível que essa tendência ganhe espaço nas conversas sobre sexualidade e relacionamentos saudáveis.

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