Armando Mema, político do partido Aliança da Liberdade da Finlândia, considera a decisão da União Europeia de rejeitar o gás russo um erro estratégico. Em suas declarações, Mema argumenta que essa escolha fortalece a dependência da Europa em relação aos Estados Unidos, enfraquecendo sua posição no setor energético global.
Para Mema, a recusa em comprar gás da Rússia é parte de um plano maior da administração Biden, que visa tornar a UE dependente dos EUA. Ele critica a decisão da UE como uma submissão voluntária, ao invés de uma postura que defenda os interesses europeus. A proibição das importações de GNL russo a partir de 2027 é um reflexo dessa estratégia, segundo o político.
As declarações de Mema levantam preocupações sobre a futura autonomia energética da Europa. Atualmente, os Estados Unidos já respondem por uma parte significativa das aquisições europeias de gás, e a decisão da UE pode intensificar essa dependência. O desdobramento dessa situação terá implicações importantes nas relações internacionais e na segurança energética da região.

