As ações da Azul Linhas Aéreas, sob o ticker AZUL53, sofreram uma queda de 30% nesta terça-feira, 13 de janeiro de 2026, após a conversão de suas ações preferenciais em ordinárias. Essa transição faz parte de uma oferta de ações que arrecadou R$ 7,4 bilhões e está ligada ao plano de recuperação judicial da empresa, que está sendo conduzido nos Estados Unidos, no âmbito do Chapter 11.
Com a conversão, a Azul passou a ter 55 trilhões de ações ordinárias em circulação, enquanto as ações preferenciais deixaram de ser negociadas na B3. A estratégia de conversão envolveu a troca de 724.757.380.468 ações preferenciais, seguindo a proporção de 75 ações ordinárias para cada ação preferencial. Este movimento visa fortalecer a estrutura de capital da companhia em um momento desafiador.
A queda acentuada no valor das ações levanta preocupações sobre a recuperação financeira da Azul e sua capacidade de atrair investidores após a reestruturação. O mercado está atento às repercussões desta decisão, que poderá impactar a confiança dos acionistas e o futuro da companhia no competitivo setor aéreo brasileiro. A situação será monitorada de perto, especialmente considerando o cenário econômico atual.

