No Fórum Econômico Mundial em Davos, realizado em 19 de janeiro de 2026, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, avaliou a economia norte-americana como “muito forte” e indicou uma provável aceleração. Ele mencionou que a receita gerada por tarifas desde abril do ano anterior soma centenas de milhões de dólares e que o governo está trabalhando para reduzir o déficit fiscal para 3% do Produto Interno Bruto (PIB) até o final do atual mandato presidencial.
Bessent destacou ainda a desregulamentação e a independência energética como conquistas significativas da administração atual, classificando os EUA como “o melhor lugar do mundo” para a construção de fábricas. Ele também apontou o aumento da participação estrangeira em títulos do Tesouro americano como um sinal de confiança no mercado. Contudo, o secretário expressou críticas a empresas da indústria de defesa, afirmando que elas “decepcionaram” o povo americano em suas expectativas.
As declarações de Bessent ocorrem em um contexto global de incertezas econômicas, onde a posição dos EUA é frequentemente observada com atenção. O impacto de suas palavras pode influenciar a percepção do mercado sobre a robustez da economia americana e suas políticas. Além disso, a discussão em Davos sobre a economia dos EUA pode ter implicações significativas para as relações comerciais internacionais.

