O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, decidiu prorrogar as investigações sobre o Banco Master por mais 60 dias, em resposta a um pedido da Polícia Federal. A medida foi anunciada na última sexta-feira e visa esclarecer a atuação de executivos e investidores associados à instituição financeira, que foi liquidada extrajudicialmente em novembro de 2025 devido a graves problemas financeiros.
As investigações em curso buscam apurar possíveis crimes financeiros, incluindo gestão fraudulenta e lavagem de dinheiro. Segundo a Polícia Federal, a complexidade do caso e a quantidade de documentos apreendidos justificam a extensão do prazo para a conclusão dos relatórios e a análise de novas evidências. Na manhã de quarta-feira, a PF já havia realizado a segunda fase da operação, cumprindo mandados de busca e apreensão em endereços ligados a figuras centrais no caso.
Com a prorrogação, a Polícia Federal terá mais tempo para aprofundar as investigações e coletar novas evidências antes de encaminhar o caso ao Ministério Público. O desdobramento desta situação poderá impactar não apenas os envolvidos, mas também o sistema financeiro, considerando as implicações das irregularidades apuradas. A sociedade aguarda os próximos passos da investigação, que pode resultar em ações judiciais significativas.

