Na segunda-feira, 5, um tribunal de Paris decidiu pela condenação de dez pessoas por assédio online contra Brigitte Macron, a primeira-dama da França. Os acusados, que incluíam tanto homens quanto mulheres, disseminaram informações falsas sobre sua identidade de gênero e sua sexualidade, resultando em uma sentença que exigiu treinamento contra cyberbullying para todos os condenados.
O grupo de réus, com idades entre 41 e 60 anos, apresentava uma diversidade de ocupações, incluindo um político e um empresário. Durante o julgamento, a filha de Brigitte testemunhou sobre os impactos negativos que a campanha de ódio teve na vida familiar, enfatizando que os comentários maldosos afetaram não apenas sua mãe, mas toda a família, incluindo os netos de Macron.
A decisão judicial é um passo significativo na luta contra o assédio virtual, refletindo a necessidade de conscientização sobre o cyberbullying. A advogada de Brigitte destacou a importância da educação e da proibição do uso das redes sociais para alguns réus, visando prevenir novos casos de assédio e proteger as vítimas de ataques semelhantes no futuro.

