O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deu início à implementação do ‘Conselho de Paz’ para a Faixa de Gaza, envolvendo convites a líderes de diversas nações. Entre os países que aceitaram o convite estão Bahrein, Egito, Israel e Emirados Árabes Unidos, enquanto Noruega, Suécia e Ucrânia optaram por não participar, citando preocupações com a iniciativa e tensões nas relações entre os EUA e Europa.
O ‘Conselho de Paz’ proposto por Trump inclui um comitê tecnocrata palestino para a administração provisória da Faixa de Gaza e um conselho executivo. A recusa de países europeus reflete as dificuldades diplomáticas atuais, que incluem questões relacionadas à Groenlândia, que têm gerado descontentamento na Europa. A iniciativa de Trump tem como objetivo resolver o conflito em Gaza, mas enfrenta resistência significativa em algumas partes do mundo.
As repercussões do ‘Conselho de Paz’ podem moldar futuras interações diplomáticas, especialmente no contexto das tensões entre os Estados Unidos e seus aliados europeus. O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, também foi convidado, mas expressou críticas à abordagem de Trump. Com a implementação desse conselho, o cenário diplomático no Oriente Médio e além poderá passar por mudanças relevantes nos próximos meses.

