Trump propõe Conselho de Paz em meio a críticas sobre sua eficácia

Sofia Castro
Tempo: 2 min.

No dia 26 de janeiro de 2026, Donald Trump anunciou a criação de um Conselho de Paz, com a ambição de acabar com décadas de sofrimento e conflitos globais. A proposta, entretanto, gerou reações adversas, com críticos questionando a verdadeira motivação por trás da iniciativa, sugerindo que se trata de um projeto mais voltado para a promoção pessoal do ex-presidente do que para a resolução de problemas internacionais.

O Conselho de Paz, conforme proposto, visa estabelecer uma nova abordagem para a diplomacia e a resolução de conflitos, em um momento em que a ONU enfrenta desafios significativos em sua capacidade de mediar crises globais. Especialistas alertam que, embora a ideia possa parecer promissora, a eficácia do conselho dependerá de sua implementação e da aceitação por parte da comunidade internacional. As críticas levantadas também destacam a necessidade de um enfoque mais colaborativo e menos centrado em figuras individuais.

A criação do Conselho de Paz poderá ter implicações profundas nas relações internacionais, especialmente em um cenário em que a ONU já luta com sua relevância. Os desdobramentos dessa proposta de Trump serão acompanhados de perto, pois poderá redefinir a maneira como os conflitos são abordados no futuro. O sucesso ou fracasso dessa iniciativa pode impactar não apenas a imagem de Trump, mas também a eficácia das instituições de governança global.

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