Cármen Lúcia será relatora de código de conduta para ministros do STF

Rodrigo Fonseca
Tempo: 2 min.

Em um passo significativo para a ética no Judiciário, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, designou a ministra Cármen Lúcia como relatora de uma proposta de código de conduta para os ministros da corte. O anúncio foi feito no dia 2 de fevereiro de 2026, refletindo a intenção do STF de promover diretrizes que assegurem a moralidade e a transparência nas atividades judiciais. Esta iniciativa se alinha a um momento crítico em que a confiança nas instituições judiciais é frequentemente questionada.

A proposta de código de conduta pretende estabelecer normas claras sobre a conduta dos ministros, abrangendo desde questões de imparcialidade até o relacionamento com a mídia e a sociedade. A expectativa é que essas diretrizes ajudem a prevenir conflitos de interesse e a salvaguardar a imagem da corte em um ambiente político cada vez mais polarizado. Com isso, o STF busca não apenas reforçar a sua legitimidade, mas também atender à crescente demanda da sociedade por responsabilidade e ética no serviço público.

As implicações desse movimento podem ser amplas, impactando a forma como os ministros do STF se relacionam com diversas questões sociais e políticas. A adoção de um código de conduta poderá servir como um modelo para outras instituições e contribuir para um fortalecimento da democracia no Brasil. Assim, espera-se que essa iniciativa não apenas melhore a percepção pública sobre a justiça, mas também promova uma cultura de responsabilidade entre os altos magistrados do país.

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