Um estudo recente alerta que cortes na ajuda internacional podem levar a mais de 22 milhões de mortes evitáveis até 2030, incluindo 5,4 milhões de crianças com menos de cinco anos. Os dados emergem em meio a reduções de orçamentos por parte de países doadores, particularmente os Estados Unidos e o Reino Unido, que têm sido essenciais na luta contra doenças infecciosas em nações em desenvolvimento.
Nos últimos 20 anos, houve uma significativa diminuição nas mortes de crianças por doenças infecciosas, resultado de um aumento nos investimentos em assistência internacional. No entanto, os pesquisadores do Lancet Global Health alertam que essas conquistas estão em risco devido a cortes abruptos nos orçamentos de ajuda. Os efeitos desses cortes podem reverter décadas de progresso na saúde infantil.
As implicações dessa pesquisa são alarmantes, uma vez que a perda de vidas infantis terá um impacto profundo nas comunidades mais vulneráveis. A chamada para ação é clara: os países doadores devem reconsiderar suas decisões orçamentárias para evitar um retrocesso na saúde global. A situação exige atenção imediata para garantir que as conquistas na saúde não sejam comprometidas.

