A defesa de Filipe Martins, ex-assessor de relações internacionais do ex-presidente Jair Bolsonaro, protocolou um recurso no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta segunda-feira, contestando a decisão do ministro Alexandre de Moraes que manteve sua prisão preventiva. Martins foi preso em dezembro, e a medida foi justificada por supostas violações de uma proibição de uso de redes sociais, após uma audiência de custódia realizada em janeiro de 2026.
No recurso, os advogados argumentam que a prisão se fundamenta em uma denúncia informal de um terceiro, que alegou que Martins teria visualizado um perfil no LinkedIn. No entanto, a defesa afirma que não houve acesso ao aplicativo e que um relatório oficial da Microsoft comprova a inexistência de login na conta do ex-assessor durante o período mencionado. Isso, segundo a defesa, torna a suposta violação

