Os Estados Unidos e Israel iniciaram uma série de ataques militares contra o Irã em 28 de fevereiro de 2026. O presidente Donald Trump afirmou que a campanha será “massiva e contínua”, com o objetivo de promover uma mudança na liderança do país.
A morte do líder supremo do Irã, Ayatollah Ali Khamenei, foi confirmada por Trump após os primeiros ataques. A nova ofensiva coloca os EUA em confronto direto com o Irã e intensifica o conflito no Oriente Médio, meses após bombardeios em instalações nucleares iranianas.
De acordo com a mídia estatal iraniana, pelo menos 201 pessoas foram mortas e mais de 700 ficaram feridas em todo o país, embora esses números não tenham sido verificados de forma independente. “Nosso objetivo é defender o povo americano eliminando ameaças iminentes do regime iraniano”, disse Trump em um vídeo postado nas redes sociais.
Trump também se dirigiu ao povo iraniano, afirmando que “a hora da sua liberdade está próxima” e aconselhando-os a permanecer em casa devido ao perigo dos bombardeios. Ele incentivou a população a assumir o controle do governo após os ataques.
A campanha, chamada de Operação Epic Fury pelo Pentágono, ocorre após tentativas de negociação sobre o programa nuclear do Irã e a repressão violenta de protestos no país. A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, informou que Trump monitorou a situação e conversou com o primeiro-ministro israelense, Netanyahu, antes dos ataques.
Vários democratas expressaram preocupação com a falta de objetivos claros e uma estratégia de saída definida. O senador Andy Kim, de Nova Jersey, afirmou que os legisladores estão sendo pressionados a aceitar a escalada militar sem entender o desfecho pretendido.
Os primeiros ataques foram ouvidos em Teerã, perto da residência de Khamenei. Relatos indicam que pelo menos 40 pessoas morreram em uma escola para meninas no sul do Irã. O Irã respondeu lançando mísseis contra Israel e aliados dos EUA na região, com explosões sendo relatadas em Abu Dhabi e Bahrein.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou que a situação está sob controle e que os ataques dos EUA e de Israel falharam em atingir seus alvos. Ele também questionou a abordagem diplomática dos EUA, ressaltando que as negociações em Genebra haviam avançado em questões sérias relacionadas ao programa nuclear do Irã.
Ali Vaez, especialista em Irã, afirmou que os ataques representam uma tentativa clara de mudança de regime, alertando que não há um plano viável para o pós-conflito. Ele destacou que a estratégia dos EUA e de Israel parece carecer de um planejamento realista para o dia seguinte ao conflito.

