Um ministro do governo britânico declarou que Lord Mandelson deve testemunhar perante o Congresso dos Estados Unidos sobre suas conexões com Jeffrey Epstein. Essa exigência surge após a divulgação de documentos pelo Departamento de Justiça dos EUA, que indicam que Epstein enviou US$ 75.000 a um ex-embaixador. As informações foram reveladas na sexta-feira e colocam em evidência a proximidade da relação entre Epstein e o ex-secretário de negócios do Reino Unido.
Os e-mails e documentos liberados oferecem novos insights sobre a natureza da interação entre Mandelson e Epstein, ambos figuras influentes em seus respectivos países. A declaração do ministro sugere que o Congresso dos EUA está interessado em investigar mais a fundo as atividades e relações do falecido criminoso sexual. O caso também destaca questões mais amplas sobre a responsabilidade e a transparência de figuras públicas envolvidas em controvérsias.
As implicações desse depoimento podem ser significativas, não apenas para Mandelson, mas também para a imagem de figuras políticas no Reino Unido. O chamado para o depoimento pode gerar um escrutínio adicional sobre as relações que políticos mantêm com indivíduos controversos. A expectativa é que, caso Mandelson concorde em depor, isso traga à tona mais informações sobre o tema e talvez leve a novas consequências legais ou políticas.

