O pai de um dos adolescentes sob investigação pela morte do cão Orelha, ocorrido em janeiro na Praia Brava, em Florianópolis (SC), comentou sobre o caso pela primeira vez. Ele afirmou que, se a participação do filho for confirmada, ele deve arcar com as consequências legais. “A educação que eu e minha esposa damos não é de passar a mão na cabeça”, declarou durante uma entrevista.
Apesar de sua posição sobre a responsabilidade, o pai enfatiza que até o momento não existem evidências concretas que incriminem seu filho ou os outros adolescentes suspeitos. “Não apresentaram absolutamente nada”, ressaltou, referindo-se à falta de provas nas investigações em curso. O cachorro Orelha faleceu após sofrer agressões, o que gerou grande repercussão na comunidade local.
O caso levanta questões sobre a responsabilidade dos adolescentes em atos de violência contra animais e a necessidade de uma investigação minuciosa. A morte do cão comunitário não só chocou os moradores da Praia Brava, mas também chamou a atenção para o tratamento de animais em situações semelhantes. As autoridades continuam a investigar o caso, enquanto a discussão sobre responsabilidade e educação em relação ao bem-estar animal permanece em pauta.

