Partido Chega pede adiamento da eleição presidencial em Portugal devido a tempestade

Sofia Castro
Tempo: 1 min.

O partido Chega, de Portugal, solicitou o adiamento da segunda rodada da eleição presidencial, marcada para breve, em meio à devastação causada pela tempestade Leonardo. A tempestade, que afetou severamente a Península Ibérica, resultou em uma morte e na evacuação de mais de 7.000 moradores em diversas localidades. O governo português declarou estado de calamidade em 69 municípios, estendendo a medida até meados de fevereiro para enfrentar os desafios impostos pela situação climática.

Os danos provocados pela tempestade incluem chuvas torrenciais e ventos fortes que continuam a afetar regiões de Portugal e Espanha. A situação crítica levou líderes políticos a considerar a necessidade de adiar os pleitos eleitorais, visando garantir a segurança dos cidadãos. Mesmo com os apelos, o governo ainda não tomou uma decisão definitiva sobre a alteração da data da eleição.

As implicações desse evento são significativas, tanto para a política interna de Portugal quanto para a percepção pública do governo. A situação pode influenciar a confiança dos eleitores nas instituições democráticas e na eficácia da resposta do governo a desastres naturais. À medida que as condições climáticas se estabilizam, a pressão sobre as autoridades para resolver a questão eleitoral deverá aumentar.

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