A Vale comunicou a identificação de três ações judiciais relacionadas a extravasamentos ocorridos nas unidades operacionais de Fábrica e Viga, localizadas em Ouro Preto e Congonhas, Minas Gerais. O valor total das medidas judiciais atinge R$ 2 bilhões, com pedidos de bloqueio patrimonial feitos pelo Ministério Público Federal e pelo Estado de Minas Gerais.
O bloqueio patrimonial solicitado inclui R$ 200 milhões referentes ao extravasamento na unidade de Viga e R$ 1 bilhão em relação ao Estado de Minas Gerais. Além disso, uma terceira ação busca um bloqueio de R$ 846 milhões relacionado à unidade de Fábrica. A Vale enfatiza que os incidentes não estão ligados às suas barragens na região, que seguem sob monitoramento constante.
A empresa informou que está colaborando plenamente com as autoridades competentes e que as causas dos extravasamentos estão sendo investigadas. Além disso, a Vale já iniciou a remoção de sedimentos e está desenvolvendo um Plano de Recuperação de Áreas Degradadas, reafirmando seu compromisso com a recuperação ambiental e a transparência nas operações.

