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Justiça

Advogada é suspeita de pagar R$ 150 mil a delegado e ex-secretário por tráfico

Amanda Rocha
Última atualização: 9 de março de 2026 17:23
Amanda Rocha
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Tempo: 2 min.
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A Polícia Federal investiga a advogada Patrícia Falcão por suspeita de ter pago R$ 150 mil em propina ao delegado federal Fabrizio Romano e ao ex-secretário estadual de Esportes do Rio de Janeiro, Alessandro Pitombeira Carracena. O objetivo seria interferir no processo de extradição do traficante internacional Gerel Lusiano Palm.

Gerel, de 38 anos, foi preso na Barra da Tijuca no dia 7 de março de 2026. O Supremo Tribunal Federal (STF) expediu mandados de prisão para serem cumpridos nos bairros do Recreio dos Bandeirantes, Jacarepaguá e Barra da Tijuca. Fabrizio Romano e Patrícia Falcão foram presos nesta segunda-feira, enquanto Carracena já estava detido desde setembro de 2025 e agora enfrenta um novo mandado de prisão.

O traficante Gerel Palm foi preso em julho de 2021, acusado de tentativa de homicídio, porte ilegal de armas e tráfico de drogas. Natural de Curaçao, ele era procurado pelo DEA, órgão americano de combate ao tráfico internacional de drogas.

As investigações indicam que Patrícia Falcão, advogada de Gerel, contatou Carracena em 2023, oferecendo a quantia em dinheiro para que ele ajudasse no processo de extradição. O ex-secretário teria utilizado sua influência política para acionar pessoas que poderiam atender a advogada, incluindo o delegado Fabrizio Romano, que estava lotado na Delegacia Previdenciária.

Há suspeitas de que Romano tenha solicitado um adiantamento da propina e acessado o sistema da polícia para obter informações sobre os processos relacionados a Gerel. A operação faz parte da força-tarefa Missão Redentor II, criada em cumprimento a uma decisão do STF no âmbito da ADPF 635, que visa fortalecer a repressão a grupos criminosos no Rio de Janeiro.

Os investigados poderão responder por crimes como associação criminosa, corrupção ativa, corrupção passiva, tráfico de influência e lavagem de dinheiro, dependendo do grau de participação de cada um.

A defesa de Fabrizio Romano afirmou que não teve acesso à decisão que determinou sua prisão. A reportagem busca contato com as defesas dos outros envolvidos no caso.

TAGGED:Alessandro Pitombeira CarracenaBarra da TijucaCorrupçãoDEAExtradiçãoFabrízio RomanoGerel Lusiano PalmJustiçaPatrícia FalcãoPolícia FederalRio de JaneiroSupremo Tribunal FederalTráfico de Drogas
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