Ad imageAd image

Corpos de militares americanos mortos no Irã retornam aos EUA em cerimônia

Amanda Rocha
Tempo: 3 min.

Os corpos dos seis militares americanos que morreram durante o conflito com o Irã retornaram aos Estados Unidos na tarde deste sábado (7) em uma cerimônia solene na Base Aérea de Dover, em Delaware. O evento contou com a presença do presidente Donald Trump, do vice-presidente JD Vance, da primeira-dama Melania Trump e da segunda-dama Uhua Vance, além de outros membros do governo e do Exército.

Os militares foram identificados como: major Jeffrey O’Brien; capitão Cody Khork; sargento de 1ª Classe Noah Tietjens; sargento de 1ª Classe Nicole Amor; sargento Declan Coady e subtenente Robert Marzan. Eles eram lotados no 103º Comando de Suprimentos, uma unidade da Reserva do Exército sediada em Iowa, e estavam servindo no Oriente Médio junto ao 1º Comando de Apoio ao Teatro de Operações, responsável pelo abastecimento das forças americanas na região.

Na última segunda-feira (2), o porta-voz do Comando Central dos EUA, capitão Tim Hawkins, informou que outros 18 militares ficaram gravemente feridos durante a operação contra o Irã. Em publicação no X (antigo Twitter), Margo Martin, assistente especial de Trump, registrou o momento em que os caixões com os corpos foram retirados de um avião militar.

“President Trump and the First Lady honor the fallen at Dover Air Force Base May God bless these brave heroes and their families Capt. Cody Khork Sgt. 1st Class Noah Tietjens Sgt. 1st Class Nicole Amor Sgt. Declan Coady Maj. Jeffrey O’Brien Chief Warrant Officer 3…”

Os Estados Unidos e Israel iniciaram no sábado (28) uma onda de ataques contra o Irã, em meio a tensões sobre o programa nuclear iraniano. O regime iraniano iniciou retaliações contra países do Oriente Médio que abrigam bases militares norte-americanas, como Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.

No domingo (29), a mídia estatal iraniana anunciou que o líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, foi uma das vítimas dos ataques norte-americanos e israelenses. Após o anúncio da morte de Khamenei, o Irã ameaçou lançar a “ofensiva mais pesada” da história. O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou que o país considera se vingar pelos ataques como um “direito e dever legítimo”. Em resposta, Trump ameaçou o Irã, dizendo: “é melhor que eles não façam isso, porque se fizerem, nós os atingiremos com uma força nunca antes vista”. Na véspera, Trump já havia afirmado que os ataques vão continuar “ininterruptos durante toda a semana ou pelo tempo que for necessário para alcançarmos nosso objetivo de PAZ EM TODO O ORIENTE MÉDIO E, DE FATO, NO MUNDO!”.

Compartilhe esta notícia