Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Debate sobre classificação do PCC e CV como organizações terroristas
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Segurança

Debate sobre classificação do PCC e CV como organizações terroristas

Amanda Rocha
Última atualização: 10 de março de 2026 12:20
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 3 min.
Compartilhar

A possível classificação do PCC (Primeiro Comando da Capital) e do CV (Comando Vermelho) como organizações terroristas gerou um intenso debate entre o governo brasileiro, autoridades estrangeiras e especialistas em segurança pública.

Os Estados Unidos defendem que essas facções transnacionais recebam esse rótulo para facilitar sanções financeiras e promover a cooperação internacional. Em contrapartida, o MJSP (Ministério da Justiça e Segurança Pública) argumenta que, segundo a legislação brasileira, esses grupos são considerados organizações criminosas motivadas pelo lucro, e não pelo terrorismo ideológico.

De acordo com a Lei Antiterrorismo (Lei nº 13.260/2016), o terrorismo é definido pela prática de atos motivados por razões de xenofobia, discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia e religião. O ex-ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, afirma que a distinção é técnica, pois o terrorismo possui uma “nota ideológica” e uma finalidade política, enquanto as facções atuam sistematicamente para obter lucro por meio do tráfico de armas e drogas.

O promotor de justiça Lincoln Gakiya, por sua vez, observa que a redação atual da lei pode levar a interpretações subjetivas, uma vez que atos que geram terror indiscriminado não seriam classificados como terrorismo se a motivação for apenas o ganho financeiro.

O governo dos Estados Unidos, sob a administração de Donald Trump, pressionou o Brasil para que o PCC e o CV fossem considerados terroristas. Técnicos norte-americanos afirmam que essa mudança permitiria a aplicação de sanções econômicas mais severas e o congelamento de ativos no sistema financeiro internacional.

Especialistas como Vitelio Brustolin, pesquisador de Harvard, destacam que a expansão dessas facções além das fronteiras e suas conexões com cartéis internacionais impactam diretamente a segurança dos EUA.

No cenário interno, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), defende a alteração da lei. Ele acredita que ações como os ataques de 2006 devem ser tratadas como terrorismo, permitindo o endurecimento das penas e dificultando benefícios como a progressão de regime.

Por outro lado, o governo federal e especialistas como Rafael Alcadipani (FGV) alertam que a classificação como terrorismo pode trazer sérios riscos à soberania nacional. Essa medida poderia abrir espaço para intervenções militares estrangeiras e sanções financeiras que fragilizariam a economia brasileira, além de afetar setores como o turismo.

Diante desse impasse, autoridades discutem alternativas, como a criação do termo “terrorismo criminal”, que tipificaria condutas que afetam gravemente serviços essenciais e unidades policiais, sem equiparar o crime organizado aos movimentos ideológicos clássicos. Enquanto isso, o governo busca novos mecanismos, como a PEC da Segurança Pública e a Lei Antifacção, para intensificar o combate às facções sem alterar sua natureza jurídica atual.

TAGGED:Comando VermelhoFGVLincoln GakiyaMJSPPCCRafael AlcadipaniRicardo LewandowskiSão PauloSegurança PúblicaTarcísio de FreitasTerrorismoVitelio Brustolin
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Coletiva de imprensa gera polêmica por idioma nos EUA
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?