A consejera catalã de Educação, Esther Niubó, enfrenta questionamentos sobre o erro no desenho da amostra das provas PISA de 2025. O silêncio de quatro meses após o conhecimento da falha estatística e as contradições no relato da socialista geraram insatisfação entre grupos parlamentares e parceiros de investidura.
As explicações de Esther Niubó sobre o erro no desenho da amostra das provas PISA de 2025 não agradaram os grupos parlamentares. O silêncio de quatro meses, após a constatação da falha estatística, e as aparentes contradições no relato da socialista irritaram os parceiros de investidura, ERC e Comuns.
A solicitação de plenário extraordinário, promovida por Junts per Catalunya para a sexta-feira, foi descartada. No entanto, o presidente Salvador Illa deverá prestar esclarecimentos após o período de verão.

