O governador do Rio Grande do Sul e pré-candidato à Presidência pelo PSD, Eduardo Leite, manifestou apoio a uma reforma política e institucional do Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quinta-feira, 12 de março de 2026, em São Paulo.
A declaração ocorre em meio à crise de credibilidade enfrentada pelo STF, agravada pelo escândalo do Banco Master, que envolveu os ministros José Antonio Dias Toffoli e Alexandre de Moraes.
Leite argumentou que o mandato de um ministro do STF deveria ser uma forma de “coroar uma carreira jurídica brilhante”, e não um espaço para o desenvolvimento da trajetória profissional ou para promover o “sucesso” de escritórios de familiares.
Ele propôs que apenas juristas com 60 anos ou mais possam assumir a cadeira de ministro do Supremo, com um limite de mandato de 15 anos.
O governador também comentou que crises como a do Banco Master deixam o país “imobilizado” e ressaltou a importância de discutir a resolução de escândalos e reformas institucionais com “serenidade” e “firmeza”.
Essas declarações foram feitas durante um encontro entre Leite e representantes de entidades privadas da Saúde.


