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Estudo revela proteína como regulador do envelhecimento celular

Amanda Rocha
Tempo: 2 min.

Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Osaka, no Japão, identificou uma proteína como um regulador crítico do envelhecimento celular e um alvo potencial para o rejuvenescimento.

Os pesquisadores descobriram que os níveis da proteína AP2A1 aumentam significativamente em células envelhecidas, onde a proteína se localiza ao longo de fibras de estresse de actina espessadas para facilitar o transporte da integrina B1. Esse mecanismo ajuda as células senescentes a manterem sua morfologia caracteristicamente aumentada, reforçando a adesão célula-substrato.

O estudo, publicado na revista Cellular Signaling, demonstra que a redução da expressão de AP2A1 pode reverter os fenótipos de envelhecimento, restaurando efetivamente características celulares mais jovens, como aumento da proliferação e melhoria da migração.

Por outro lado, a superexpressão da proteína em células jovens acelera o aparecimento de marcadores de senescência. Essas descobertas destacam a AP2A1 como um biomarcador confiável para o envelhecimento e um alvo promissor para futuras terapias antienvelhecimento.

Durante os testes laboratoriais, os cientistas desativaram a proteína em células envelhecidas, o que resultou em características semelhantes às de células mais jovens. Também foi utilizado o composto IU1, que ajuda na eliminação de proteínas danificadas dentro das células. A combinação da ação das duas substâncias revelou um certo potencial para amenizar sinais de envelhecimento celular.

O foco central do estudo é com células senescentes, que param de se dividir e ficam acumuladas no organismo. Ao longo do tempo, esse acúmulo acarretou em diversos processos associados ao envelhecimento. Como resultado dos testes, parte das células diminuíram de tamanho e voltaram a se dividir.

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