Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Fachin defende distanciamento de partes e interesses no Judiciário
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Justiça

Fachin defende distanciamento de partes e interesses no Judiciário

Amanda Rocha
Última atualização: 10 de março de 2026 10:12
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, afirmou nesta terça-feira (10) que é fundamental defender o distanciamento de partes, interesses e cálculos políticos. A declaração foi feita na abertura da reunião com as Presidências dos Tribunais Superiores e tribunais de segunda instância, na sede do Supremo.

Fachin destacou: “Devemos dar o exemplo”. Ele enfatizou que o distanciamento saudável das partes e dos interesses em jogo é o que possibilita um mínimo de justiça social. “A imparcialidade não é frieza — é a condição de possibilidade da equidade”, defendeu.

O ministro reconheceu que o encontro ocorre em um momento de tensão e mencionou o debate em curso sobre remuneração e benefícios, além do que a Constituição permite e veda. “Não vim aqui para impor conclusões, viemos para escutar e unir contribuições e sei que há posições jurídicas legítimas a serem debatidas pelas vias adequadas e objeto da nossa escuta hoje”, afirmou.

Fachin pediu “serenidade e firmeza” aos magistrados, ressaltando que “não temos o voto. Temos a razão da lei”. Ele acrescentou que não se pode abrir mão de fundamentar as escolhas e justificar as decisões, que devem ser amplamente escrutinadas e capazes de resistir ao exame público. “Sem a dialética do debate, a confiança no Judiciário se desfaz — e sem confiança, não há autoridade que resista”, alertou.

- Publicidade -
Ad imageAd image

O presidente do STF também abordou a questão da remuneração dos juízes, afirmando que “é certo que juízas e juízes não podem ser mal remunerados”. Ele destacou que eles têm direito à proteção contra o aumento do custo de vida e merecem prestígio pelo valor que os orienta — a lei, a razão e a justiça. “É justamente por isso, e não apesar disso, que tudo o que fazemos deve estar flagrantemente amparado no texto constitucional. Não pode haver margem para dúvidas. Não porque nos observam — mas porque é o que somos”.

TAGGED:Edson FachinimparcialidadeJudiciárioremuneraçãosede do SupremoSupremo Tribunal Federal
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Alta dos juros globais eleva alerta para crédito no Brasil
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?