Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Gonet defende no STF a volta de resolução do CFM que proíbe aborto
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Justiça

Gonet defende no STF a volta de resolução do CFM que proíbe aborto

Amanda Rocha
Última atualização: 6 de março de 2026 12:14
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, enviou um parecer ao Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando o restabelecimento de uma resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) que proíbe a realização de abortos após 22 semanas de gestação, mesmo em casos permitidos pela legislação brasileira.

Gonet argumentou que “há desenvolvimento humano, segundo a própria ciência médica, desde a fecundação”. A resolução foi levada ao STF pelo PSOL e o relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, a suspendeu. A normativa do CFM prevê punições aos médicos, mesmo nos casos em que o aborto é permitido, como em situações de estupro, anencefalia do feto ou risco de vida para a mãe.

O julgamento do caso ainda não ocorreu. No STF, há outra ação sobre a descriminalização do aborto, que é distinta dessa. Gonet afirmou: “É preciso ter presente que há desenvolvimento humano, segundo a própria ciência médica, desde a fecundação. A partir daí já há um indivíduo único, diferenciado da mãe e do pai, com código genético próprio, distinto e exclusivamente seu.”

Ele destacou que há vida humana a ser protegida como direito fundamental e que isso não pode ser ignorado ao se discutir questões relacionadas ao aborto. Gonet também acolheu o argumento do CFM de que o método da assitolia fetal seria “cruel” e causaria sofrimento ao nascituro.

- Publicidade -
Ad imageAd image

“Ainda que se quisesse ver uma pretensão exigível ao aborto no caso do estupro, isso não tolheria o dever-direito do Conselho de recusar o uso de técnica que, ao seu juízo técnico, é cruel para com o ainda não nascido que já se desenvolveu por mais de 5 meses no ventre materno”, disse Gonet.

O documento enviado ao STF tem caráter opinativo. Os ministros podem considerar os argumentos de Gonet, mas não são obrigados a segui-los. Até o momento, não há data marcada para o julgamento do processo.

TAGGED:AbortoAlexandre de MoraesConselho Federal de MedicinaPaulo GonetProcuradoria-Geral da RepúblicaPSOLSupremo Tribunal Federal
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Carolina Ferraz não quer mais fazer novelas
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?