O Irã considera empresas que compram dívida do governo dos Estados Unidos e investem em títulos do Tesouro como parceiras na guerra contra o país. Uma autoridade iraniana afirmou que essas empresas estão financiando o conflito e, por isso, são vistas como alvos legítimos.
A autoridade declarou que ‘esses indivíduos estão sendo advertidos a declarar a retirada de investimentos nessa área o mais rápido possível’.
A dívida do governo dos Estados Unidos é detida por milhares de investidores em todo o mundo, incluindo bancos, fundos de pensão, empresas, fundos de investimento e governos estrangeiros.
Diversas grandes empresas e bancos americanos possuem sedes regionais no Oriente Médio, especialmente em Dubai. Recentemente, ataques iranianos miraram interesses econômicos dos EUA, incluindo centros de dados da Amazon nos Emirados Árabes Unidos e no Bahrein.
Os Estados Unidos e Israel iniciaram uma onda de ataques contra o Irã, em meio a tensões sobre o programa nuclear iraniano. O regime iraniano começou a retaliar contra países do Oriente Médio que abrigam bases militares norte-americanas, como Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.
Após a morte do líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, em ataques norte-americanos e israelenses, o Irã ameaçou lançar a ‘ofensiva mais pesada’ da sua história. O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou que vingar os ataques de Israel e dos Estados Unidos é um ‘direito e dever legítimo’.
Em resposta, o ex-presidente Donald Trump ameaçou o Irã, dizendo que ‘é melhor que eles não façam isso, porque se fizerem, nós os atingiremos com uma força nunca antes vista’. As agressões entre as partes continuam a ocorrer.

