Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Irã utiliza bombas de fragmentação em ataque a Tel Aviv
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Internacional

Irã utiliza bombas de fragmentação em ataque a Tel Aviv

Amanda Rocha
Última atualização: 17 de março de 2026 22:23
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 3 min.
Compartilhar

O Irã lançou mísseis carregando bombas de fragmentação em direção a Tel Aviv, em Israel, nesta quarta-feira, 17 de março de 2026. O ataque é uma retaliação à morte de Ali Larijani, chefe do Conselho Supremo de Segurança do Irã.

As forças militares de Israel acusam o regime iraniano de utilizar mísseis de fragmentação em ataques contra seu território desde o início da guerra. Embora exista uma convenção de 2008 que proíbe o uso desse tipo de munição, tanto Israel quanto Irã não são signatários e, portanto, não se sentem obrigados a segui-la.

No passado, Israel já havia denunciado o uso de munições de fragmentação por Teerã durante a guerra de 12 dias entre os dois países em junho de 2025. Israel também utilizou esse tipo de armamento em diversas ocasiões contra o Líbano, em conflitos que ocorreram entre 1978 e 2006. Em 2024, autoridades libanesas relataram indícios do uso de mísseis de fragmentação por Israel no confronto contra o grupo extremista Hezbollah.

As munições de fragmentação, conhecidas como “cluster munition”, são projetadas para se abrir no ar e liberar várias submunições sobre uma área extensa. Essas pequenas bombas têm como alvo áreas amplas, podendo atingir simultaneamente soldados, veículos e infraestruturas. O Comitê Internacional da Cruz Vermelha informa que esse tipo de armamento foi utilizado pela primeira vez durante a Segunda Guerra Mundial e que uma grande quantidade de munições de fragmentação ainda está estocada, herança da Guerra Fria.

O uso de munições de fragmentação em áreas civis é considerado extremamente perigoso, pois muitas submunições não detonam no impacto e permanecem ativas no solo, funcionando como minas terrestres, o que pode ferir ou matar civis anos após o fim dos conflitos.

Essas bombas são criticadas por organizações internacionais devido à sua ampla dispersão e à falha de detonação de parte das submunições, sendo consideradas uma das armas mais letais para civis. Em 2008, mais de 110 países assinaram a Convenção sobre Munições Cluster, que proíbe o uso, desenvolvimento, armazenamento e transferência desse tipo de armamento. No entanto, nem Israel nem Irã são signatários do tratado, assim como potências militares como Estados Unidos, Rússia e Ucrânia.

O Brasil também não é signatário da convenção. Em 2017, a Human Rights Watch denunciou o uso de bombas de fragmentação de fabricação brasileira em ataques a escolas no Iémen, realizados por uma coalizão liderada pela Arábia Saudita. Steve Goose, diretor da divisão de armas da Human Rights Watch, criticou a postura brasileira, afirmando que “o Brasil deve reconhecer que munições cluster são armas proibidas que nunca devem ser fabricadas, enviadas ou usadas devido aos danos que causam a civis”.

TAGGED:Ali Larijanibombas de fragmentaçãoComitê Internacional da Cruz VermelhaconflitoDireitos HumanosHuman Rights WatchIsraelTel Aviv
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Festival Paredão estreia cinema a céu aberto e amplia cultura gratuita no CCBB Rio
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?