Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, cúmplice de Vorcaro, é preso pela PF
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Justiça

Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, cúmplice de Vorcaro, é preso pela PF

Amanda Rocha
Última atualização: 4 de março de 2026 17:50
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 3 min.
Compartilhar

Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como ‘Felipe Mourão’ e também chamado de ‘Sicário’, foi preso nesta quarta-feira (4) durante a Operação Compliance Zero. Ele é cúmplice de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e é réu por organização criminosa e lavagem de dinheiro.

Segundo o Ministério Público de Minas Gerais, Mourão é considerado agiota e atuava em um esquema de pirâmide financeira. A PF informou que ele liderava um grupo que coletava informações sobre pessoas consideradas ‘desafetos’ do instituto.

Mourão chegou a tentar contra a própria vida na Superintendência da PF em Minas Gerais e precisou ser reanimado. Ele foi atendido e encaminhado a um hospital para avaliação. O gabinete do ministro do STF, André Mendonça, que autorizou a operação, foi informado do ocorrido.

As investigações revelaram a existência de um grupo chamado ‘A Turma’, do qual Vorcaro e Mourão faziam parte. Sicário era responsável por coordenar atividades de monitoramento e levantamento de dados relevantes para o grupo. Ele teria acessado sistemas restritos de órgãos públicos, incluindo a Polícia Federal e o MPF, além de organismos internacionais como o FBI e a Interpol.

- Publicidade -
Ad imageAd image

Além disso, Mourão atuava na remoção de conteúdos em plataformas para obter dados de usuários e intimidar antigos funcionários do Banco Master. Em uma conversa com Vorcaro, o banqueiro solicitou a organização de um assalto e a agressão ao jornalista Lauro Jardim, do O Globo.

O Ministério Público de Minas Gerais confirmou que Mourão movimentou R$ 28 milhões em contas de empresas ligadas a ele entre junho de 2018 e julho de 2021, em um esquema de pirâmide financeira. A denúncia aponta que a triangulação de valores por meio de pessoas jurídicas caracteriza lavagem de dinheiro.

A análise do celular apreendido de Mourão revelou que ele exercia um papel central na organização criminosa, coordenando as atividades ilícitas do grupo. A defesa de Vorcaro negou as alegações e afirmou que ele sempre colaborou com as investigações.

““O GLOBO repudia veementemente as iniciativas criminosas planejadas contra o colunista Lauro Jardim, um dos mais respeitados jornalistas do país”, diz nota do jornal.”

TAGGED:AgiotagemAndré MendonçaBanco MasterDaniel VorcaroJustiçaLauro JardimLavagem de DinheiroLuiz Phillipi Machado de Moraes MourãoMinas GeraisMinistério Público de Minas GeraisMinistério Público FederalOrganização CriminosaPolícia FederalPolítica
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Bolas da Copa do Mundo 2026 Variam em Preço
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?