As mudanças recentes no teto de compra de imóveis nas faixas 1 e 2 do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) começaram a valer em janeiro de 2026. Essas alterações podem trazer uma perspectiva positiva tanto para as famílias quanto para o mercado imobiliário.
O financiamento nas faixas um e dois mantém juros mais baixos em comparação aos praticados no mercado, além de oferecer prazos longos para pagamento e a possibilidade de subsídios, mesmo para imóveis de valor um pouco maior.
As novas regras estabelecem que o financiamento em regiões metropolitanas com população superior a 750 mil habitantes passa a ser de R$ 270 mil, um aumento em relação ao teto anterior de R$ 255 mil. Para municípios com população entre 300 e 750 mil habitantes, o valor subiu de R$ 250 mil para R$ 260 mil. Já nas capitais, o teto foi reajustado de R$ 245 mil para R$ 255 mil.
A MRV&CO, maior empresa do segmento no Brasil, considera que o redesenho do MCMV representa uma oportunidade para ampliar o estoque elegível, ou seja, aumentar a oferta de unidades prontas ou em construção que atendem aos requisitos do programa.
““Mudanças em programas habitacionais podem gerar oportunidades para as famílias, o setor produtivo e a sociedade, especialmente por ampliar o acesso à moradia, estimular a atividade econômica e gerar impacto em larga escala”, disse Thiago Ely, diretor executivo de comercial e crédito da MRV&CO.”


