Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: MPF investiga acesso ilegal a informações sigilosas do caso Banco Master
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Justiça

MPF investiga acesso ilegal a informações sigilosas do caso Banco Master

Amanda Rocha
Última atualização: 12 de março de 2026 17:00
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

O MPF (Ministério Público Federal) iniciou uma investigação em setembro de 2025 sobre acessos ilegais ao seu sistema interno, visando a obtenção de informações sigilosas relacionadas ao inquérito que investiga fraudes no Banco Master.

A investigação está em tramitação na primeira instância. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, solicitou uma auditoria interna assim que surgiram suspeitas no ano passado.

A PGR (Procuradoria-Geral da República) e a PF (Polícia Federal) começaram a trocar informações sobre os acessos ilegais às investigações que tramitavam na Justiça Federal em Brasília. A PF informou à PGR que estava investigando a possibilidade de que Daniel Vorcaro e seu grupo tivessem acessado informações sigilosas do processo contra eles.

As suspeitas foram confirmadas em novembro de 2025, após a deflagração da primeira fase da operação Compliance Zero. A operação, autorizada pelo juiz Ricardo Leite, da 10ª Vara Federal de Brasília, resultou na apreensão de equipamentos, incluindo o celular do banqueiro.

- Publicidade -
Ad imageAd image

A análise do material extraído de um dos aparelhos de Vorcaro foi crucial para os investigadores. As investigações revelaram que o grupo contratado por Vorcaro para influenciar as apurações e realizar atividades de vigilância acessava dados do MPF, da Polícia Federal e até de organismos internacionais, como o FBI e a Interpol.

Vorcaro teve acesso antecipado a diligências da investigação, conforme registros encontrados pela PF. O empresário fez anotações sobre autoridades e procedimentos policiais em andamento.

Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como Sicário, foi identificado como o coordenador operacional do grupo denominado “A Turma”. Ele realizava consultas e extrações de dados em sistemas restritos, utilizando credenciais funcionais de terceiros para obter informações protegidas por sigilo institucional.

““A partir dessa metodologia, de acordo com a autoridade policial, o investigado teria obtido acesso indevido aos sistemas da própria Polícia Federal, do Ministério Público Federal, e até mesmo de organismos internacionais, tais como FBI e Interpol”, escreveu o ministro André Mendonça ao autorizar a mais recente fase da operação sobre o caso.”

TAGGED:Banco MasterBrasíliaDaniel VorcaroDFfraudesJustiçaLuiz Phillipi Machado de Moraes MourãoMPFPaulo GonetPFPGRPolítica
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Pesquisa aponta Paes na liderança da corrida pelo governo do Rio
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?