O ex-subsecretário estadual de Governança, Compliance e Gestão Administrativa do Rio de Janeiro, José Carlos Simonin, reapareceu na quarta-feira, 11, após ter um ‘surto’ e desaparecer, segundo relatos da família.
Ele é pai de Vitor Hugo Simonin, um dos jovens acusados de participar do estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. A informação é do O Globo.
Segundo a mulher de José Carlos, o ex-subsecretário desapareceu na noite de terça-feira, 10, logo após o surto relacionado ao caso do filho. Ao retornar, ele foi internado em um hospital na Barra da Tijuca, Zona Sudoeste do Rio, onde está sendo avaliado por médicos. José Carlos também faz quimioterapia para tratar um câncer de pulmão.
Antes de supostamente sumir, o ex-subsecretário se envolveu em polêmicas. Ele usou suas redes sociais para enviar mensagens ofensivas ao advogado da vítima do estupro, Rodrigo Mondego, e à atriz e ativista feminista Sherazade Medina.
““Vai trabalhar para pagar as suas contas, vagabundo”, escreveu José Carlos em uma mensagem direcionada a Mondego.”
A atriz recebeu uma mensagem de Simonin após ter postado um story no Instagram comentando o caso do estupro coletivo. Ele disse:
““Ela é sua filha? É a sua cara. Kkk esconde esses peitos, independente.””
Medina prestou queixa contra Simonin, e o caso foi registrado na 12ª DP (Copacabana), que investiga a violência sexual contra a menina de 17 anos.


