Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Pena para antifacção é maior do que para terrorismo, afirma promotor Lincoln Gakiya
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Justiça

Pena para antifacção é maior do que para terrorismo, afirma promotor Lincoln Gakiya

Amanda Rocha
Última atualização: 14 de março de 2026 14:14
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

O promotor Lincoln Gakiya, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Presidente Prudente (SP), se manifestou contra a classificação das facções Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas. A declaração ocorreu em meio a discussões nos Estados Unidos sobre o tema.

Gakiya, que é um dos principais investigadores do PCC no Brasil, destacou que a pena para antifacção é maior do que para terrorismo. Ele afirmou:

““Não há nenhum benefício (a classificação), porque a própria lei antifacção já prevê um rigor na punição desses criminosos, com penas que possam chegar até 40 anos de reclusão.””

Recentemente, a Câmara dos Deputados aprovou o projeto conhecido como “PL Antifacção”, que endurece a legislação contra organizações criminosas. Gakiya ressaltou que as penas previstas nesse projeto são superiores às da Lei Antiterrorismo, que estabelece reclusão de 12 a 30 anos.

- Publicidade -
Ad imageAd image

O promotor também alertou que a classificação de facções como terroristas não traria benefícios ao Brasil, afirmando:

““Nem mesmo para a população, que erroneamente pensa dessa maneira.””

Além disso, Gakiya mencionou o risco de sanções comerciais e econômicas, caso o Brasil seja considerado abrigo de organizações terroristas. Ele se posicionou contra essa classificação, considerando-a

““doutrinariamente incorreta””

, uma vez que o PCC e o Comando Vermelho têm objetivos econômicos, atuando em mercados ilícitos.

O PCC, segundo o promotor, está presente em pelo menos 28 países e mantém alianças com organizações criminosas internacionais, como as máfias italiana Ndrangheta e Camorra, além de conexões com cartéis colombianos e mexicanos. Gakiya concluiu:

““Há, sim, relações do PCC com outras organizações criminosas que se dedicam ao narcotráfico, tanto na América quanto na Europa.””

TAGGED:antifacçãoCâmara dos DeputadosComando VermelhoCrime OrganizadoGAECOJustiçaLincoln GakiyaPCCPresidente PrudenteSão Paulo
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Seleção Brasileira treina em CT de US$ 100 milhões nos EUA
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?