A terceira fase da Operação Compliance Zero foi deflagrada no início da manhã desta quarta-feira, 4 de março de 2026, pela Polícia Federal (PF). Os policiais investigam “possível prática dos crimes de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos, praticados por organização criminosa”.
A PF cumpre, desde cedo, quatro mandados de prisão preventiva e 15 de busca e apreensão. As ordens judiciais foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e são cumpridas nos endereços ligados aos investigados nos estados de São Paulo e Minas Gerais.
As investigações contaram com o apoio do Banco Central do Brasil. O STF determinou também o afastamento de cargos públicos de alguns investigados, além de sequestro e bloqueio de bens, no montante de até R$ 22 bilhões.
A medida tem por objetivo interromper “a movimentação de ativos vinculados ao grupo investigado e preservar valores potencialmente relacionados às práticas ilícitas apuradas”, informou a PF.
A operação é conduzida pela PF em conjunto com o Banco Central. Os mandados foram expedidos pelo STF para cumprimento em endereços em São Paulo e Minas Gerais.
A PF não divulgou os nomes dos investigados, mas a operação está relacionada ao Banco Master e ao empresário Daniel Vorcaro, conforme indicam as tags originais.


