Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Projeto limita uso de medicamentos manipulados em UTIs neonatais
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Saúde

Projeto limita uso de medicamentos manipulados em UTIs neonatais

Amanda Rocha
Última atualização: 13 de março de 2026 18:29
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Projeto limita uso de medicamentos manipulados em UTIs neonatais
Compartilhar

O Projeto de Lei 6207/25, de autoria da deputada Silvia Cristina (PP-RO), limita o uso de medicamentos manipulados em Unidades de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados e altera a Lei de Vigilância Sanitária (Lei 6.360/76).

De acordo com o texto, o uso de medicamentos manipulados em recém-nascidos internados será permitido apenas em caráter excepcional. Para isso, será necessário comprovar a inexistência de um produto industrializado equivalente ou apresentar um laudo médico que justifique o benefício clínico do uso do manipulado.

Além disso, a proposta obriga que as justificativas técnicas, prescrições e contratos sejam arquivados por, no mínimo, cinco anos, ficando disponíveis para as autoridades sanitárias.

O projeto estabelece que, em caso de danos a pacientes decorrentes de desvios de qualidade na manipulação, a farmácia será responsabilizada civil, criminal e administrativamente. O objetivo é priorizar o uso de medicamentos industrializados, que possuem controles de qualidade e padronização mais rigorosos.

A deputada Silvia Cristina argumenta que os pacientes de UTIs neonatais são extremamente frágeis e que pequenas variações na dosagem ou estabilidade do medicamento podem ser fatais. Ela afirma:

““A adoção indiscriminada de fórmulas manipuladas acarreta riscos elevados, em razão da fiscalização sanitária notoriamente mais reduzida, da menor padronização dos processos e da dificuldade de garantir estabilidade.””

Segundo a parlamentar, a medida está alinhada com diretrizes que buscam reduzir a mortalidade infantil e prevenir erros de medicação em prematuros. Ela conclui:

““Evidências científicas demonstram que pequenos desvios na concentração ou na estabilidade de um fármaco podem gerar impactos clínicos graves em prematuros de muito baixo peso.””

A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Saúde; de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Após a análise na Câmara, deverá ser examinada pelo Senado.

TAGGED:legislaçãomedicamentosSilvia CristinaUTIs neonatais
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Pré-candidato lança Conselho de Segurança para Governo do RJ
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?