Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Relatório acusa governo de Bukele de crimes contra a humanidade em El Salvador
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Direitos Humanos

Relatório acusa governo de Bukele de crimes contra a humanidade em El Salvador

Amanda Rocha
Última atualização: 12 de março de 2026 14:06
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 3 min.
Compartilhar

Um relatório divulgado na quarta-feira, 11 de março de 2026, será apresentado na sede das Nações Unidas, em Genebra. O documento conclui que o governo de Nayib Bukele, presidente de El Salvador, cometeu crimes contra a humanidade, incluindo assassinatos, prisão de crianças, tortura, estupros e desaparecimentos forçados.

A violência de Estado teria ocorrido durante o estado de emergência, em vigor desde março de 2022, para combater gangues. O relatório, produzido pelo Grupo Internacional de Peritos para a Investigação de Violações dos Direitos Humanos no Âmbito do Estado de Emergência em El Salvador (GIPES), representa a mais grave acusação por violação de direitos humanos contra Bukele, que já enfrenta dezenas de denúncias em seus seis anos e meio de governo.

Com 275 páginas, o documento se baseia em mais de 1.700 fontes, incluindo entrevistas com vítimas, documentos oficiais, declarações de altos funcionários do governo e relatórios de órgãos de direitos humanos. A equipe de especialistas foi formada em 2024 e inclui Susana Sá Couto, Claudia Martín, Gino Costa, José Guevara e Santiago Canton, com apoio de organizações internacionais como a Fundação para o Devido Processo Legal (DPLF) e a Comissão Internacional de Juristas (CIJ).

“Este relatório acrescenta uma nova camada a todas as discussões em torno das violações dos direitos humanos em El Salvador”, afirmou Claudia Martín. Os especialistas utilizaram normas de direito internacional, como o Estatuto de Roma, para determinar se os eventos analisados constituem crimes contra a humanidade.

O GIPES revelou que o estado de emergência se transformou em uma série de políticas que causaram violações massivas e sistemáticas dos direitos humanos. O relatório afirma que milhares dos aproximadamente 90 mil detidos na “guerra às gangues” foram mantidos sem o devido processo legal, com habeas corpus negados e prisões baseadas em aparência física.

O governo reconheceu que ao menos 8 mil pessoas foram detidas sem justa causa. O documento também aponta que, durante o estado de emergência, foram registradas práticas sistemáticas de tortura e tratamento cruel nas prisões, além de uso de imagens de detidos para propaganda.

Os especialistas afirmam que o estado de emergência foi utilizado para atacar opositores e que, quase quatro anos após sua implementação, não há mais justificativas para sua continuidade, uma vez que os índices de criminalidade foram reduzidos.

O GIPES recomenda a criação de uma comissão independente para revisar os casos de detenções injustas e violações de direitos humanos. O relatório documentou pelo menos 814 casos de tratamento cruel e desumano, além de 540 casos de desaparecimento forçado.

Entre 2022 e 2023, foram relatados entre quatro e dez casos de agressão sexual e estupro em espaços públicos e centros de detenção. O GIPES também observou um aumento nos relatos de extorsão por agentes do Estado durante o estado de emergência.

TAGGED:Claudia MartínComissão Internacional de Juristas (CIJ)Crime OrganizadoDireitos HumanosEl SalvadorFundação para o Devido Processo Legal (DPLF)GenebraGino CostaJosé GuevaraMundoNayib BukeleSantiago CantonSusana Sá CoutotorturaViolência
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Analista aponta Google como potencial vencedor da guerra de IA
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?