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Saúde

SUS inicia teleatendimento psicológico para mulheres vítimas de violência

Amanda Rocha
Última atualização: 6 de março de 2026 08:34
Amanda Rocha
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Tempo: 2 min.
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Mulheres que enfrentam violência ou estão em situação de vulnerabilidade psicossocial nas cidades de Recife e Rio de Janeiro poderão acessar teleatendimento em saúde mental pelo SUS (Sistema Único de Saúde) a partir deste mês.

O cronograma do Ministério da Saúde prevê que, em maio, a ação será expandida para cidades com mais de 150 mil habitantes e, em junho, alcançará o restante do país. A pasta informou que estão previstos 4,7 milhões de teleatendimentos psicológicos ao ano, em parceria com a AgSUS (Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS) e com o Proadi-SUS (Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde).

As mulheres poderão ser orientadas e encaminhadas para o serviço por meio de unidades da atenção primária à saúde, como UBSs (unidades básicas de saúde) e serviços da rede de proteção. Também será possível buscar atendimento diretamente pelo aplicativo Meu SUS Digital, que contará com um mini app previsto para iniciar no final do mês.

No aplicativo, a mulher fará um cadastro para avaliação inicial da situação de violência e, com base nessas informações, receberá uma mensagem com a data e o horário do teleatendimento. A primeira consulta identificará riscos, rede de apoio e demandas, com articulação junto a serviços de referência.

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““A gente lançou esta semana o teleatendimento como suporte para pessoas que já estão em situação de compulsão por jogos eletrônicos. E a gente vai construir o mesmo modelo, mas com arranjos diferentes na relação com a atenção primária em saúde e na pactuação com estados e municípios”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.”

“Ofertar esse teleatendimento com psiquiatra, psicólogo, assistente social e, em algumas situações, com terapeuta ocupacional para mulheres – não só aquelas que já foram vítimas de violência, mas àquelas que estão sinalizando ou que estão em extrema vulnerabilidade”, completou.

Mais de 1 bilhão de mulheres e crianças já foram expostas à violência.

TAGGED:AgSUSAlexandre PadilhaPernambucoProadi-SUSRecifeRio de JaneiroSUSTelemedicinaViolência contra a mulher
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